segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Teresina: Wellington Dias propõe mais e melhores mercados para Teresina

Wellington Dias propõe modernização e construção de mercados em Teresina

Capital do Piauí mantém a tradição dos mercados e feiras e candidato do PT quer modernizar e construir novas alternativas para este tipo de comércio.
 
Teresina ainda conserva tradições, como o típico sentar na porta de casa e as feiras nos mercados com forte movimento aos finais de semana. Modernizar os mercados existentes e construir novos são propostas do candidato a prefeito de Teresina Wellington Dias (PI), que já visitou vários deles durante a campanha.
 
Wellington quer garantir novas instalações aos feirantes nas 23 regiões de desenvolvimento. “Precisamos de mercados limpos e mais organizados, o que é bom não só para o feirante, mas para o teresinense que vai às compras”, declarou, citando como referência os mercados públicos de Campo Maior e Parnaíba, reformados durante seu governo, em parceria com as respectivas prefeituras.
 
Em seu projeto, Wellington cria estacionamento para carros, motos e bicicletas, box para os feirantes, vias acessíveis, banheiros, praça de alimentação e mantêm as tradicionais feiras ao redor dos mercados. “As feirinhas serão mantidas, pois fazem parte da cultura do nosso povo e geram emprego e renda. Queremos espaços com conforto e dignidade. Da forma como está é que não dá pra mais pra ficar”, observa.
 
O Mercado Central de Teresina, por exemplo, tem 100 anos, mas reflete bem o descaso a todos os mercados públicos de Teresina. “Por ser o Central, deveria ser uma referência. No Nordeste, os mercados são até ponto turístico, menos aqui em Teresina”, lamenta Dina Cabral, que sempre que viaja para outros estados faz questão de conhecer os mercados locais.
 
Precariedade
Um estudo feito por alunos de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Piauí em dois mercados públicos de Teresina e disponível pela internet, evidencia as condições precárias de higienização na comercialização e manipulação de produtos (no caso peixe), bem como da necessidade de programas de capacitação aos comerciantes, especialmente referente às boas práticas de higiene e manipulação.
 
Wellington Dias que transformar o Mercado Central de Teresina num verdadeiro centro econômico, incentivando a prática da gastronomia e dando condições mais dignas para os feirantes, como: cobertura, ventilação, higiene, entre outras. “O Mercado Central é uma vitrine, aqui foi onde tudo começou, e vamos dar um tratamento especial ao local”, pontuou, durante visita ao local.

Marilene Rodrigues mora no bairro Mafrense, que não possui mercado municipal. Ela afirma que todos precisam se deslocar até o bairro vizinho, São Joaquim. “Quem tem dinheiro vai de ônibus, quem não tem vai e volta a pé. E o mercado lá é totalmente sem higiene, os banheiros não tem estrutura. Se eles não construíram um mercado aqui no Mafrense, poderiam, pelo menos, reformar o de lá”.
 
A população do bairro Novo Horizonte faz diferente e resolveu, ela mesma, criar um pequeno mercado improvisado, já que o poder municipal nunca investiu na construção de um verdadeiro mercado público.  No bairro Renascença II, zona Sudeste de Teresina, outra triste realidade. O local da feira na verdade não passa de um amontoado de barracas dispostas no meio da rua, em um ambiente apertado, sem espaço para circulação de pessoas e a mínima estrutura de higiene para a venda de artigos alimentícios.
 
O vendedor de frango, José Valdec, de 67 anos e que há 16 trabalha no local, afirma que existe uma estrutura para abrigar todos os feirantes, mas desde que foi construída nunca foi legalizada pela Prefeitura e, portanto, está fechada, sendo espaço para a ação de vândalos que estão depredando o ambiente. “Construíram um espaço aí atrás, mas não podemos usar. Os vândalos já estão tomando de conta. De vez em quando a prefeitura manda alguém aqui, mas só olham e nunca resolvem nada”, explica.
 
Produtores rurais
Na zona rural, Wellington Dias quer construir mercados com características de verdadeiros centros de produção e comercialização. O senhor Orlando Nogueira, criador de gado na região de Santa Rita, zona Rural da capital, é produtor de leite há 30 anos. Ele afirma que a falta de estrutura e de apoio aos produtores locais impede o desenvolvimento de novos negócios. “Aqui não conseguimos vender porque não temos um espaço adequado, nem mesmo uma pequena estrutura para expor o produto. Vender o leite aqui está cada vez mais difícil”, relatou.
 
Como governador, Wellington Dias construiu e reformou muitos mercados municipais, como os de Campo Maior e Parnaíba. O Mercado da 40, como é conhecido o de Parnaíba, é um exemplo emblemático. Para saber mais como era o mercado parnaibano e como está hoje, depois da intervenção da Prefeitura de Parnaíba e do Governo Wellington Dias, visite este endereço da internet:
(Site da campanha - www.wellington13.com.br)
 
 
Fonte: Portal do PT

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