Wellington Dias, candidato a prefeito de Teresina pelo Partido dos Trabalhadores – PT, tem demonstrado grande preocupação com a péssima qualidade do serviço de saúde prestado pelo município à população teresinense de baixa renda. Para o petista, os bairros que mais precisam do serviço são, justamente, os menos favorecidos com assistência médica.
Dias acredita que com a construção de seis Unidades de Pronto Atendimento – UPAS, acolhendo toda a demanda das principais regiões da cidade, e a descentralização dos serviços da saúde para os 23 polos de desenvolvimento, previstos em seu plano de governo, o teresinense poderá ter uma vida mais digna e com garantia de saúde para toda a família.
As UPAS contarão com atendimento especializado para a mulher, crianças, idosos, deficientes físicos e os dependentes químicos, que participarão de programas de ressocialização. Estão previstas também, a construção de novas 200 Unidades Básicas de Saúde e a ampliação das equipes do Programa Saúde da Família de 200 para 343, além do pleno funcionamento do Serviço Móvel de Urgência - Samu.
Atualmente a saúde em Teresina é assim:
O Posto de Saúde do bairro Piçarreira, zona Leste de Teresina, é um dos exemplos de como se encontram os Postos do Programa Saúde da Família em todos os bairros da cidade. No local, uma única médica faz o atendimento, com apenas 16 vagas para marcação de consultas. A população precisa sair de casa ainda na madrugada para tentar conseguir atendimento, arriscando a própria vida, em busca de mais saúde.
As UPAS contarão com atendimento especializado para a mulher, crianças, idosos, deficientes físicos e os dependentes químicos, que participarão de programas de ressocialização. Estão previstas também, a construção de novas 200 Unidades Básicas de Saúde e a ampliação das equipes do Programa Saúde da Família de 200 para 343, além do pleno funcionamento do Serviço Móvel de Urgência - Samu.
Atualmente a saúde em Teresina é assim:
O Posto de Saúde do bairro Piçarreira, zona Leste de Teresina, é um dos exemplos de como se encontram os Postos do Programa Saúde da Família em todos os bairros da cidade. No local, uma única médica faz o atendimento, com apenas 16 vagas para marcação de consultas. A população precisa sair de casa ainda na madrugada para tentar conseguir atendimento, arriscando a própria vida, em busca de mais saúde.
Dona Maria do Amparo fala a Wellington Dias sobre o Posto de Saúde do bairro Piçarreira e pede melhorias
A dona de casa, Maria do Amparo Costa, de 56 anos, afirma que o posto do bairro é totalmente sem estrutura, faltando inclusive computadores. “Eu nunca consegui marcar um encaminhamento porque não tem computador, dizem que ta quebrado, e isso há um tempão”. Ela afirma ainda que são apenas 16 as vagas para o atendimento. “Eu tenho que sair de casa de madrugada, correndo risco de ser assaltada porque aqui ta muito perigoso, e as vezes ainda não consigo marcar”, desabafa.
No bairro Santa Maria da Codipi, na região Norte da capital, não é diferente. Segundo a aposentada Raimunda Nonata da Silva, o único Posto existente na localidade está ‘caindo’ de tão velho. “Lá, além de nunca ter médico, tá tão velho que as paredes tão caindo. O Posto não tem nada, aqui a gente precisa ir até o Francisca Trindade pra fazer qualquer coisa”.
A dona de casa, Maria do Amparo Costa, de 56 anos, afirma que o posto do bairro é totalmente sem estrutura, faltando inclusive computadores. “Eu nunca consegui marcar um encaminhamento porque não tem computador, dizem que ta quebrado, e isso há um tempão”. Ela afirma ainda que são apenas 16 as vagas para o atendimento. “Eu tenho que sair de casa de madrugada, correndo risco de ser assaltada porque aqui ta muito perigoso, e as vezes ainda não consigo marcar”, desabafa.
No bairro Santa Maria da Codipi, na região Norte da capital, não é diferente. Segundo a aposentada Raimunda Nonata da Silva, o único Posto existente na localidade está ‘caindo’ de tão velho. “Lá, além de nunca ter médico, tá tão velho que as paredes tão caindo. O Posto não tem nada, aqui a gente precisa ir até o Francisca Trindade pra fazer qualquer coisa”.
A aposentada Raimunda Nonata lamenta a situação das famílias no Santa Maria da Codipi
“É para solucionar problemas como o dessas famílias que trabalharemos por um atendimento à saúde de qualidade, e que alcance a todas as pessoas da cidade, os que mais precisam, e não apenas aquelas que moram nas regiões centrais, nas proximidades dos grandes hospitais”, finaliza Wellington Dias.
“É para solucionar problemas como o dessas famílias que trabalharemos por um atendimento à saúde de qualidade, e que alcance a todas as pessoas da cidade, os que mais precisam, e não apenas aquelas que moram nas regiões centrais, nas proximidades dos grandes hospitais”, finaliza Wellington Dias.
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