O governo federal anunciou nesta quinta-feira (12/04) investimentos
da ordem de R$ 2,8 bilhões na construção de 107 mil moradias pelo
programa Minha Casa, Minha Vida. Serão beneficiadas as famílias com
renda mensal de até R$ 1,6 mil que vivem nas cidades com até 50 mil
habitantes.
O senador Wellington Dias comemorou no Plenário do Senado que pelo
critério de cidades com até 50 mil habitantes, o Piauí já garantiu a
construção de 8.850 novas casas pelo programa em mais de 200 municípios
(veja lista em anexo). Para o senador Wellington, atender famílias que
vivem em cidades menores faz toda a diferença na hora de reduzir a
miséria no Brasil. “No lançamento feito hoje, o meu Piauí, para minha
alegria, terá 217 municípios atendidos”, afirmou Dias.
O senador elogiou o trabalho dos gestores municipais e do Governo do
Estado do Piauí, que, segundo ele, fizeram um trabalho importante para
assegurar as condições desse êxito. “Agora, nós vamos entrar numa outra
etapa, que é a definição dos agentes financeiros para essas habitações.
São municípios pequenos que serão atendidos com quarenta habitações cada
um, mas isso representa quarenta novas casas para quarenta famílias”,
destacou.
O senador comemorou ainda o fato de que “as casas serão construídas
de forma que será possível ter as condições de acessibilidade,
respeitando as pessoas com deficiências, os cadeirantes principalmente”.
“Eu creio que essa mudança de postura torna o processo mais humano”,
acrescentou.
Mais investimentos
No início da semana, o senador Wellington Dias (PT) esteve reunido com representantes do Ministério das Cidades, Caixa Econômica Federal e Ministério do Planejamento e Orçamento para garantir que o Piauí receba, no total, cerca de 26 mil habitações (em cidades com até 50 mil habitantes e em cidades com mais de 50 mil) dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida 2, inserido no Programa de Aceleração do Crescimento.
No início da semana, o senador Wellington Dias (PT) esteve reunido com representantes do Ministério das Cidades, Caixa Econômica Federal e Ministério do Planejamento e Orçamento para garantir que o Piauí receba, no total, cerca de 26 mil habitações (em cidades com até 50 mil habitantes e em cidades com mais de 50 mil) dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida 2, inserido no Programa de Aceleração do Crescimento.
Segundo o parlamentar, dessa forma o Piauí terá o mesmo número de
residências que recebeu na primeira etapa do programa para atender à
população de baixa renda e aqueles que vivem em áreas de risco.
A meta do governo federal com o programa é reduzir o déficit
habitacional brasileiro, um dos problemas mais crônicos do país. Além
disso, o Minha Casa, Minha Vida, que entra agora em sua segunda fase
(2011-2014), também aumenta a distribuição de renda e inclusão social
com a dinamização do setor da construção civil e geração de emprego.
Melhoria de vida - O anúncio dos 2.582 municípios
com até 50 mil habitantes selecionados para esta etapa foi feito hoje,
em Brasília, pela presidenta Dilma Rousseff. Segundo ela, além de
melhorar a vida da população, o Minha Casa, Minha Vida significa
“impulso econômico”.
“Nesses municípios, o governo vai investir R$ 2,8 bilhões na primeira
etapa. Isso significa levar oportunidade de emprego, gerar e fazer
rodar o círculo virtuoso. Porque o comércio local vai se desenvolver, as
pessoas vão demandar cimento e, assim, como a gente faz justiça social,
a gente faz crescimento econômico. É com a mesma engrenagem que as
coisas são produzidas”, disse.
Mudanças - A primeira fase do Minha Casa, Minha Vida
se destinava a municípios com densidade populacional de 50 mil a 100
mil habitantes. A meta, neste novo tipo de modalidade para municípios
com população até 50 mil habitantes, é contratar 220 mil moradias até
dezembro de 2014.
O subsídio também aumentou para as famílias com renda até três
mínimos, interessadas em financiar a casa própria em cidades de até 50
mil habitantes. A partir de agora, o desconto para elas será de até R$
25 mil na compra da moradia, segundo portaria publicada nesta
quarta-feira (11/04), no Diário Oficial da União. Antes, o subsídio
máximo era de R$ 23 mil.
Fonte: Site Sen Wellington Dias
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